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    GOOGLE E LINUX.

    Google Chrome OS: o mundo precisa de mais um sistema operacional?

    (http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/07/08/google-chrome-os-o-mundo-precisa-de-mais-um-sistema-operacional)
    Melissa Perenson, da PC World / EUA
    08/07/2009

    Windows 7, Google Chrome OS e o primeiro netbook rodando Android são apenas alguns dos fatos que tornaram o segundo semestre de 2009 muito agitado.

    Atualizada às 12h30min

    chrome_os_150.jpgQuando o Google lançou seu navegador Chrome, muitos de nós o enxergamos como uma possível extensão de um sistema operacional vindouro. E não estávamos errados: o Google acaba de informar que planeja apresentar o código do Chrome OS, sistema operacional de código aberto ainda este ano e que ele estará disponível no segundo semestre de 2010.

    Tal anúncio traz, novamente, questionamentos fundamentais sobre o que, exatamente, define um sistema operacional e em que o Android, plataforma criada pelo Google para dispositivos móveis, será diferente do Chrome OS.

    Ainda não temos respostas concretas ainda, mas podemos olhar para o anúncio do Google como o prelúdio da Grande Guerra dos Sistemas Operacionais. O gigante de buscas diz que sua meta é proporcionar uma melhor experiência dos usuários com computadores, o que seria uma dádiva dada a extensa lista de problemas e incômodos que o uso de PC acarreta hoje.

    Leia também:
    >> Google já fechou acordos com fabricantes para uso do Chrome OS
    >> Windows 7: mais rápido em netbooks que o Vista

    Mobilidade também tem sido responsável por inovações. iPhone (Apple), Android (Google) e WebOS (Palm) nos mostram que potencial existe quando o hardware é integrado elegantemente com o software.

    Enquanto a Windows da Microsoft enfrentava o Mac OS X da Apple e o Linux, na realidade o Windows competia mesmo era com ele próprio. É claro que a evolução do sistema operacional da Apple pressionou a Microsoft, mas os usuários de PC continuam usando o Windows XP e o Vista para suas necessidades mais comuns no computador.

    Agora considere o mundo dos netbooks: distribuições medíocres do Linux instaladas nas primeiras versões destes computadores voltados para web ajudaram a não popularizá-los, prejudicando suas vendas. Isso porque os compradores buscavam pelo ambiente Windows nestes portáteis e não algo que os tornasse meramente funcionais.

    E quanto ao Android? A plataforma, baseada em Linux, chegou poucos meses após a Apple lançar o iPhone OS 2.0 com suporte à loja de aplicativos App Store (que na próxima sexta-feira, 10/7, completa um ano de vida). Sistemas operacionais móveis tem sido um hit há muito tempo.

    Ao observamos o atual cenário destas plataformas, percebemos que a versão 3.0 do SO da Apple, pelo menos por enquanto, ofusca tanto a plataforma do Google quando a da Palm.

    O iPhone 3.0 ganha pontos pela suavidade da interface, facilidade de uso e ampla gama de suporte a aplicativos. O WebOS também obteve alguma bonificação por conta da nova interface e estreita relação com serviços baseados na internet, entre eles serviços do próprio Google, como o e-mail e calendário.

    Já o Android conseguiu chamar muita atenção sobre si. Seu bom design (apesar de o WebOS e do iPhone serem ainda melhores nisso), uma interface que lhe confere boas condições de competir com os plataformas da Apple e da Palm, e a estreita conectividade e integração com os demais serviços web do Google (calendário e e-mail, mas ainda não com o Google Docs) de fato impressionaram quando foi apresentado com o G1.

    O fator chave a ser lembrado é que embora esses sistemas operacionais estejam estreitamente ligados aos hardwares nos quais foram lançados, eles estão necessariamente limitados àqueles smartphones.

    Rumores de que o Google apresentaria um sistema operacional baseado no Android vêm circulando há algum tempo, bem como notícias de que fabricantes de netbooks planejam lançamento com o próprio Android instalado – entre eles a Acer e um modelo de Aspire One.

    Na realidade, smartphones não passam de computadores extremamente portáteis e com baixo consumo de energia, frequentemente equipados com processadores ARM ou similar, os mesmos que encontramos nos chamados smartbooks e que em breve – espera-se – virão embarcados em alguns netbooks.

    A ideia de um netbook baseado no Android não é nova e, por essa mesma razão, o Google Chrome OS não chega a ser uma surpresa completa. Mas por que Android? O que impediria, por exemplo, o WebOS de equipar um dispositivo mais poderoso do que o Palm Pre?

    E por que a Apple não poderia embarcar o iPhone OS 3.0 (baseado no mesmo kernel do Mac OS X) em um tablet ou qualquer outro dispositivo portátil? Aliás, a integração dos serviços web do Google que vimos do Android em smartphones, e do Chrome nos PCs, não são mera coincidência.

    O navegador Chrome, para Windows, por exemplo, joga um pouco de luz sobre a zona cinzenta que existe entre o desktop e um browser. O Chrome permite criar atalhos em um PC com Windows para qualquer página ou aplicação na internet – funcionalidade que ainda não está disponível na versão do software para Mac.  Quando foi lançado, tal integração surpreendeu a todos; hoje, já não causa o mesmo impacto – o iPhone 3.0 também permite fazer o mesmo no iPhone 3GS.

    Chrome OS e o mercado
    Antes de podermos entender o real valor de um sistema operacional do Google, baseado no Chrome, é preciso compreender o que ele irá oferecer ao usuário que seja diferente de qualquer alternativa hoje disponível.

    No post em que o Google anuncia o Chrome OS, a empresa diz que “o Chrome OS é um projeto novo, separado do Android. O Android foi desenhado desde o início para funcionar em uma variedade de dispositivos, de telefones a set-top boxes e netbooks.

    O Google Chrome OS está sendo criado por pessoas que passam a maior parte do seu tempo na web e está sendo projetado para rodar em equipamentos que vão desde pequenos netbooks a estações de trabalho de mesa completas. Embora existam áreas de sobreposição entre o Google Chrome OS e o Android, acreditamos que ter uma opção irá potencializar a inovação para o benefício de todos, incluindo o Google.

    Muitos de nós passamos a maior parte do tempo na web. Entretanto, é preciso admitir que o comentário do Google não ajuda em nada a diferenciar o Android do Chrome OS. E vamos além: usuários do Android, mais que qualquer outro, estão extremamente conectados à internet, principalmente pela permanente conectividade oferecida pelos dispositivos móveis.

    Então, o que exatamente existe de diferente entre o Android e o Chrome OS e de que maneira ele irá desafiar o Windows? Presumimos que, para o sistema operacional do Google vir a se tornar uma verdadeira opção competitiva para o Windows 7 em notebooks e PCs de mesa, ele deverá oferecer suporte a uma ampla gama de drivers para componentes e periféricos, uma área na qual o Google ainda não tem experiência.

    Sem tal suporte, o Google será atolado de problemas para lidar com dispositivos como impressoras e placas gráficas. Além disso, a empresa precisará virtualizar o Windows no Chrome OS: usuários que dependem de aplicativos Windows precisarão acessá-los mesmo que optem por usar um equipamento baseado no novo sistema operacional do Google.

    E por falar em aplicativos, enquanto o Google sinaliza que programas desenvolvidos para o Chrome OS serão capazes de rodar em qualquer browser, questões sobre as reais vantagens desse tipo de abordagem começam a pipocar. Vejamos, por exemplo, o que aconteceu com a estratégia da Apple: ela foi completamente abandonada com a chegada da segunda geração do iPhone OS, em meados de 2007, e que trouxe suporte completo a aplicações armazenadas localmente.

    O Chrome OS tem uma ligeira vantagem sobre o iPhone OS nesse sentido: o HTML 5 pode suportar dados armazenados localmente e que ficam acessíveis a partir de aplicativos web. Contudo, essa é uma estratégia ainda em desenvolvimento e não irá funcionar caso o usuário esteja, por exemplo, a 11 mil metros de altura em uma viagem de avião sobre qualquer parte do mundo e sem uma conexão web disponível.

    Sonhando alto
    Outra informação no post do Google chamou nossa atenção:

    “Prestamos muita atenção no que nossos usuários dizem e suas mensagens são claras: computadores precisam melhorar. As pessoas querem ter acesso instantâneo ao correio eletrônico sem precisar desperdiçar tempo esperando que o computador seja inicializado e o navegador carregado. Eles querem que seus computadores sejam sempre tão rápidos como quando foram comprados. Querem ter acesso a seus dados estejam onde estiverem e não precisar se preocupar com o risco de perder seu hardware ou esquecer-se de fazer backup. E ainda mais importante: não querem desperdiçar horas configurando um computador para fazê-lo trabalhar com qualquer novo componente de hardware, nem se preocupar com constantes atualizações de software”.

    Todos esses pontos são absolutamente verdadeiros, principalmente os que se referem a atualizações de software. Contudo, é difícil imaginar alguém que queria colocar todas as suas informações na nuvem. Também não conhecemos ninguém que usaria um dispositivo qualquer como computador primário se ele não fosse capaz de integrar a qualquer outro dispositivo que se queira.

    Além disso, presumir que o Chrome OS não irá requerer atualizações constantes de software é muita presunção: o Google tem entregue atualizações do Android de todo tipo – grandes e pequenas –, e mesmo a Apple está permanentemente atualizando o iPhone 3.0.

    Tanto o Chrome OS quanto o Android têm espaço e serão importantes concorrentes no mercado de sistemas operacionais, inclusive para dispositivos móveis, mas se – e somente se – contarem com aplicativos multiplataforma capazes de competir com o universo Windows. E ainda não estamos totalmente convencidos que de mesmo o Google seja capaz de desafiar o Windows (nem o Mac OS X pelas mesmas razões) em netbooks nem em dispositivos maiores.

    A compatibilidade de hardware e de software são desafios enormes. E até que o Google seja capaz de convencer os usuários das vantagens do Chrome OS sobre as demais alternativas no mercado, o gigante de buscas tem uma enorme ladeira a percorrer até conseguir se extrair do nicho em que ele mesmo posicionou tanto o Android quando o Chrome: dispositivos móveis e outros equipamentos que não PCs.


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    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 12h46
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    MADDOG QUER COMPUTAÇÃO COM FRITAS.

    Impresso em: 20/10/2009 11:13
    Fernando Ferreira
    * Fernando Ferreira é gerente de Tecnologia da Informação da Toniolo, Busnello
    03/07/2009 - Maddog quer computação com fritas
    Ele chegou com duas ou três mochilas, sacou o notebook de uma delas e conectou ao projetor, o público estava em frenesi, penso que era a palestra mais esperada do FISL10.

    Enquanto era projetada a inicialização do computador, os seus fãs cochichavam, “Maddog Hall usa Unbuntu...” e completavam informando detalhes sobre versão, release, e etcetera. Esperavam ver algo como “Linux for MadDog”, queriam ver um sistema operacional único e exclusivo,  escrito por ele ou feito somente para ele.

    A fama de carismático e de bom orador foi confirmada de imediato, no primeiro slide a frase “Ajudem-me a trazer Linus para o FISL 11” e logo abaixo “Linus nós amamos você... Linus nós precisamos de você”.

    Puxou uma câmera de mão e comandou o espetáculo, fez com que todos cantassem em coro, com as mãos para cima: “Linus we love you, Linus we need you”, filmou todos e garantiu enviar ao Linus Torvalds como forma de convencê-lo a participar do próximo fórum internacional de software livre, também prometeu colocar no Youtube.

    John Maddog Hall tem um projeto ambicioso de inclusão digital, embora se baseie em coisas tipicamente conhecidas de todos nós, o ThinClient, a rede Wi-fi e o empreendedorismo dos brasileiros, a idéia é bem original e inovadora. E chama-se Projeto Cauã.

    O primeiro pilar deste projeto é o hardware. John Hall garante ter projeto de um computador de baixíssimo custo, trata-se de um ThinClient, equipamento que não possui disco interno e nem as ventoinhas para resfriá-lo, por isso o consumo de energia é muito baixo. O equipamento possuiu sistema operacional Linux apenas para conectar a um servidor, o qual realizará todo o processamento. Tanto o ThinClient quanto o Servidor não possuem patentes, e qualquer industria poderá produzi-los.

    O segundo pilar do projeto é a rede. O levantamento apresentado dá conta que 80% da população brasileira se encontra habitando as capitais, diante desta informação Maddog, pretende conectar todos os computadores de forma a criar uma grande bolha de rede sem fio.

    Cada ThinClient também será um roteador, e compartilhará parte da sua banda de rede para os demais usuários, assim como se estivessem de mãos dadas, todos os usuários terão acesso a rede. Devido ao baixíssimo uso de energia, a proposta é que os ThiClient/Roteadores permaneçam ligados e conectados sempre, always on.

    O terceiro pilar é o empreendedor, este é responsável por adquirir empréstimo bancário, comprar todos os equipamentos necessários, instalar e configurar o servidor, vender o serviço no seu prédio e na sua vizinhança, instalar os ThinClients, treinar os clientes usuários, agregar novos serviços profissionais, como construção de websites, prestar serviços de pós-vendas e manter a rede operacional.

    Maddog, parte do princípio que todos estão dispostos a pagar para obter serviços de computação, assim como se paga para ter serviços de telefonia, de tevê, de água e de energia elétrica, analisa que as pessoas, que não são “micreiros” já pagam por serviços como: limpeza de vírus, instalação de software, manutenção de programas, e são feitos por “entendidos”, como familiares, vizinhos e colegas de trabalho. É certo que o ambiente totalmente centralizado é mais fácil de ser gerenciado, seja ele emulador de terminal, virtualização de desktop, web 2.0 ou computação em nuvem, não importa a designação.

    Junte a isto o software livre, que pode ser modernizado e melhorado por diversas comunidades de qualquer parte do planeta, e parece que teremos realmente um produto de fácil atualização, para ser disseminado em grande escala.
    É tudo capitalismo puro, não será emprestado um real sequer do poder público.

    O papel do Projeto Cauã é ser Franchising, responsável por fornecer legitimidade ao projeto, de padronizar o serviço e produtos, de entregar conhecimento, de treinar, de gerar certificação técnica para os administradores, e o mais importante, emprestar ao projeto a credibilidade necessária, entregando pronto o Plano de Negócios, pelo qual, todos os bancos brasileiros estarão dispostos a financiar os projetos dos empreendedores brasileiros, os franqueados, que só não o serão de fato, por não haver a relação de royalties, portanto, empreendedores apenas.
    Maddog prevê a geração de 2 a 3 milhões de empregos, novos ou migrados da economia informal, garante que já conversou com indústrias de hardware brasileiras e que tem sua aprovação e meta de início para 2010.

    Ao final da palestra o entusiasmo foi geral, todos se levantaram e o aplaudiram de pé, como a um artista. É claro pela lucidez de suas idéias, por sua filosofia, pela aversão ao que é proprietário, por sua liderança e seu carisma. Nós ainda o ovacionávamos, ele filmou-nos uns minutos, e em seguida mandou parar os aplausos e sentar-nos, foi atendido de imediato, enquanto desmontava os aparatos e os guardava nas mochilas.
     
    John Maddog Hall pretende transformar a computação em algo tão padronizado e acessível quanto um combinado de hambúrguer, batatas fritas e refrigerante. Ele é um personagem extremamente carismático e empático, possui o dom da comunicação, da expressividade e da oratória, é um líder de fato, acredito nele, e quando o que John prevê se materializar, iremos presenciar o surgimento de um novo Ray Kroc, ou do FastFood do software livre.

    * Fernando Ferreira é gerente de Tecnologia da Informação da Toniolo, Busnello


    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 12h16
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    COMO ESCREVER UM CONTO?

    O que é um conto?

    Conto é uma narrativa curta e que se diferencia dos romances não apenas pelo tamanho, mas também pela sua estrutura: há poucas personagens, nunca analisadas profundamente; há acontecimentos breves, sem grandes complicações de enredo; e há apenas um clímax, no qual a tensão da história atinge seu auge.

    No conto, tempo e espaço são elementos secundários, podendo até não existir. Além disso, os próprios acontecimentos podem ser dispensáveis. Há, por exemplo, contos de Machado de Assis ou Tchekov nos quais, simplesmente, não tem nada que acontece. O essencial está no ar, na atmosfera, na forma de narrar, no estilo.

    Grandes escritores de contos do século XIX

    O século XIX foi o que teve o maior número de mestres na arte de escrever contos. Foi nesse período que surgiram os contos clássicos mais lidos até hoje, como O Gato Preto, de Allan Poe; O Alienista, de Machado de Assis; Bola de Sebo, de Guy de Maupassant; entre outros.

    Clique no nome do autor para comprar um de seus livros de contos.

    Grandes escritores de contos do século XX

    O século XX destacou, principalmente, Kafka, James Joyce e o grande Jorge Luís Borges, o maior escritor de contos de todos os tempos.

    Clique no nome do autor para comprar um de seus livros de contos.

    • O. Henry
    • Anatole France
    • Virginia Woolf
    • Katherine Mansfield
    • Kafka
    • James Joyce
    • William Faulkner
    • Ernest Hemingway
    • Máximo Gorki
    • Mário de Andrade
    • Monteiro Lobato
    • Aníbal Machado
    • Alcântara Machado
    • Guimarães Rosa
    • Isaac Bashevis Singer
    • Nelson Rodrigues
    • Dalton Trevisan
    • Rubem Fonseca
    • Osman Lins
    • Clarice Lispector
    • Jorge Luís Borges
    • Lima Barreto

    Dicas para escrever um conto

    O enredo do conto deve apresentar em linhas gerais, as seguintes fases:

    1. Apresentação
    2. Complicação ou evolução
    3. Clímax
    4. Solução ou desfecho

    Evite o uso de repetições fazendo uso de sinônimos. O conto não deve cansar o leitor e superestimar (nem subestimar) sua inteligência. Podemos enganar usando um raciocínio lógico falso que o induza a pensar de uma forma, mas nunca dizer o óbvio.

    O título não deve sugerir o conteúdo do conto. Os títulos curtos são sempre melhores e instigantes.

    Elimine explicações e descrições que não tenham importância para a história, cortar parágrafos é dar movimento mais dinâmico ao conto.

    Deixe de lado os verbos de ligação e os pronomes reflexivos, com eles, a leitura se torna cansativa. Também evite o uso demasiado de conjunções aditivas.

    TEXTO DE ANDRÉ GAZOLA

    BLOG    http://www.lendo.org



    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 17h57
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    ESTRATÉGIAS DE NEGOCIAÇÃO.

    Quais as melhores estratégias de negociação?

    Não existe uma resposta única e generalizada, porém existem sete elementos-chave em uma negociação:

    - comunicação: não é possível negociar sem uma comunicação eficaz;

    - relacionamento entre as partes: a negociação será melhor se ambas as partes acreditarem que buscam resolver uma preocupação comum e devem descobrir como lidar com suas diferenças;

    - interesse: as pessoas têm seus próprios interesses em determinadas circunstâncias. Então precisamos descobrir qual é o real interesse da outra parte. Para chegar a um acordo, devemos proporcionar algo que desperte o interesse do outro, sem prejudicar o nosso próprio interesse;

    - colocar opções para possíveis acordos. Se quisermos ter um bom acordo, precisaremos conhecer todas as possibilidades;

    - encontrar formas de convencer a outra parte de que está sendo tratada de maneira justa. Qual é o valor de mercado? Qual é o preço atual? A outra parte deve estar convencida de que é tratada com justiça;

    - quais são as minhas opções, caso não cheguemos a um acordo? Será que eu poderia fazer um acordo com outra pessoa? Será que poderia entrar com um processo na Justiça?

    - finalmente, chegamos ao compromisso, com promessas práticas e realistas de cada parte.

    Seja firme e amistoso, franco e persuasivo sem usar coerção. As pessoas não devem querer falar o tempo todo e precisam ouvir com interesse. Apresente pontos de vista, mas compreenda as preocupações dos outros. Isso é muito importante.

    Seja criativo, produza idéias nunca antes cogitadas. Mostre que você também é humano, não deixando que a outra parte faça o papel do tirano, enfureça-se e decida o que será feito. Você também deve estar preparado para dizer não. E nunca admita que está desesperado para fechar o acordo. Por isso é muito importante conhecer as opções.



    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 17h35
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    OPORTUNIDADES.

     


    Os Negócios Do Futuro...     

    Alguns dizem que os próximos 05 anos, sofrerão mais mudanças do que as ocorridas nos últimos trinta. Na verdade não é preciso ser vidente, nem economista, para verificar que estas previsões de fato ocorrerão. Imagine você há algumas décadas atrás, tendo que buscar informações sobre mercados, sobre atividades econômicas ou algo que justificasse a continuidade do seu futuro, dos seus negócios. Basta lembrar que quando se lançava um produto no primeiro mundo demoravam-se anos para que este chegasse em nosso meio. A grande revolução do século passado chama-se INTERNET, sistema que interligou o mundo propiciando a todos, informações “quentinhas” de tudo o que esta acontecendo. Quando os gigantes econômicos entenderam que o domínio das informações os colocaria em sérios riscos de perdas de mercado, anteciparam as tendências e definiram que o novo modelo econômico seria chamado de global. Viu-se então uma onda de fusões e aquisições, onde os menos adaptados cederam suas atividades para os detentores do poder econômico. Resumidamente numa velocidade supersônica milhares de empresas foram “engolidas” fazendo com que o mercado cada vez mais ficasse nas mãos de poucos. 

    No milênio do conhecimento prevalecerão negócios que integram o já irreversível mundo global. Transformando conceitos isolados em temas coletivos de acesso a comunidade interglobal.

    No milênio do conhecimento, os sistemas de negócios ditarão pela utilização da alta tecnologia em prol de ganhos em escala, produzindo bens e serviços de padrão mundial, com custos proporcionais a alta competitividade. Em outras palavras o mundo econômico ficará sob o comando de pouquíssimas organizações. As demais fatias do mercado serão compostas por empresas menores que prestarão serviços a estas grandes corporações e por organizações não governamentais que terão como objetivo maior o de administrar e reinventar funções para o excedente grupo “dos sem emprego”. Abaixo destacamos algumas dicas de setores e atividades de potencial destaque nos próximos anos:

    * Todos devem imaginar que tudo relacionado com informática deva ser algo promissor no futuro, mas é preciso tomar muito cuidado com profissões que hoje se encontram em alta, principalmente quando relacionadas com a rede internet ou intranet de comunicação, pois o promissor mercado de hoje tende a ter um enorme contingente amanha. Resumidamente, a migração profissional e empresarial para o setor, poderá gerar excesso de oferta e conseqüente queda de preços de serviços do setor, tornando-o pouco atrativo. O que terá peso no mercado são as empresas e pessoas especializadas na interligação e convergência de sistemas. 

    * Empresas e negócios relacionados com o comercio internacional de bens e serviços, que conheçam com profundidade as oportunidades das regiões prospectadas (comercio exterior) e que desenvolvam tratados facilitadores e simplificadores (Campo juridico-internacional) para o fluxo de negócios internacionais.

    * Empresas especializadas na formação de equipes de serviços básicos de manutenção geral. No mundo de alta tecnologia das grandes corporações, serviços que não estejam diretamente ligados ao negocio principal, serão terceirizados ou mesmo quarteirizados, passando a fazer parte da tendência pela busca de um tratamento mais variável nos custos organizacionais.

    * No mundo todo se verifica o crescimento das taxas de desemprego. Sabidamente o mundo assistirá de forma continua fusões de negócios que pela sinergia continuarão reduzindo ou integrando equipes de funções similares. Imagina-se pela tendência natural que as organizações que queiram continuar competitivas abram mão do colaborador continuado, pelo “necessário quando preciso” ou seja haverá forte solicitação por serviços consultivos, não de caráter estratégico, mas por executores e empresas aptos por ações táticas de resultado.

    * Turismo empresarial será parte constante das organizações mundiais, pela homogeneização dos conhecimentos sistêmicos e humanos frente às atividades da administração interna e externa dos negócios. Centros de eventos, empresas de treinamentos, atividades com feiras serão parte necessária para o sucesso e entendimento dos modelos de negócios.

    * Empresas do terceiro setor serão responsáveis pelo retrabalho da comunidade “sem emprego” tendo como missão reencaminha-los para a sociedade produtiva. Não querer relacionar as “ong’s” como um negocio do futuro, seria menosprezar a sua vital importância como centro agregador de mão de obra, independentemente dos seus fins não lucrativos.

    * Lojas virtuais ligadas ou não ao comercio tradicional, serão cada vez mais básicas e necessárias para interação com o publico “dos sem tempo”. Portanto, não se iluda, pois a rede internet veio para ficar, independentemente de ter sido superdimensionada no seu inicio. 

    * Agro-business, ou seja, tudo que processar e reprocessar, procurando agregar valor ao produto “in natura” criando multiplicadores de PIB. Inclui-se neste bloco os fornecedores de insumos e tecnologia de grãos e todos que criem soluções que aumentem a produtividade do espaço cultivado.

    * Grupos coperativados: O negocio emprego, na forma continuada, estará cada vez mais em desuso. As empresas do futuro tenderão pela formação cada vez mais variável dos seus sistemas de custos, mesmo porque no mundo global os fatores sazonais tendem a ser maiores pois interligam nações e suas economias. Como conseqüência novos modelos de relações trabalhistas substituirão os contratos por tempo indeterminado, por outros previamente definidos por objetivos e prazos.




    * Sérgio Dal Sasso é administrador especializado em gestão de negócios formado pela FEA-USP, pós-graduado em finanças (USP) e MBA em Varejo pela USP. Diretor fundador da comunidade “Grandes Profissionais”, e das revistas digitais “Gente, gestores & empreendedores” e “Tendências” que abordam temas como evolução profissional e vendas & marketing, respectivamente.



    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 10h04
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    ZZ TOP no Brasil...

    Depois de muitos boatos, a produtora Alive Concerts confirmou a vinda da banda texana ZZ Top ao Brasil. É a primeira vez que o trio se apresenta na América do Sul.

    O lendário grupo de Billy Gibbons (guitarra e vocal), Dusty Hill (baixo) e Frank Beard (bateria) desembarca por aqui em dezembro de 2009. Ou seja, em breve.

     

    O trabalho mais recente do grupo é o CD e DVD Live from Texas (ST2).

    Veja as datas dos shows do ZZ Top:

    10.12 - Via Funchal - SP
    12.12 - HSBC - Rio
    13.12 - Espaço das Américas - SP

    Ingressos em breve

     

    Assista ao clipe do ZZ Top, "Gimme All Your Lovin"

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    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 09h21
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    PROFISSÕES DO FUTURO.

    Especial 
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    Profissões de FUTURO
    Especialistas indicam quais são as carreiras mais promissoras e em que áreas estão surgindo as melhores oportunidades de trabalho

    Por CLAUDIA JORDÃO

    Foto Edu Lopes
    www.edulopes.com.br
     
    Tecnologia
    Agronegócios e meio ambiente
    Qualidade de vida
    Educação
    Entretenimento
    Imaginar como será o Brasil nos próximos anos é um desafio para estudiosos e pesquisadores. Para traçar um panorama dos principais segmentos com potencial de crescimento, das carreiras mais promissoras e descobrir onde estarão as oportunidades de emprego, ISTOÉ recorreu a duas dezenas de especialistas. Após ouvir economistas, sociólogos, educadores, empresários, consultores e estudiosos do futuro, cinco áreas se destacaram: Tecnologia, Agronegócio e Meio Ambiente, Qualidade de Vida, Educação e Entretenimento.

     

    Uma série de mudanças relativas ao trabalho está em curso. É unânime entre os estudiosos que será valorizado o profissional que dominar mais de uma seara. Será a combinação de duas formações (ou mais) que lhe dará instrumentos para vencer os desafios. Além disso, por causa da tecnologia - o grande motor transformador que permeia todas as áreas citadas -, os limites entre casa e trabalho serão tênues e horário fixo poderá virar ficção. O que importará serão os resultados. É um mundo novo e cheio de possibilidades, inspirador e competitivo.



    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 09h13
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    O FUTURO DA TELEFONIA MÓVEL.

    Espera-se que as vendas de smartphones ultrapassem as dos laptops nos próximos 12 a 18 meses quando o celular passará de dispositivo de comunicação de voz para computador multimídia.

    As grandes empresas fabricante de celular como a Nokia, Samsung e Motorola, que antes não davam tanta importância a está área, agora estão investindo.

    É muito melhor para o usuário ter apenas em um dispositivo múltiplas funções, estando sempre a fácil alcance. Cada vez mais, os consumidores buscam celulares com MP3 player, câmera digital e GPS.

    Já está sendo desenvolvida tecnologia para possibilitar que celulares possam passar sem problemas entre as redes sem fio, como o Wi-Fi e redes celulares 3G e 4G, ou seja, se estiver num lugar com uma rede Wi-Fi grátis, o usuário poderá facilmente permutar da sua rede celular convencional para a Wi-Fi.

    Em 2007, a Nokia vendeu quase 200 milhões de celulares com câmera e cerca de 146 milhões de celulares direcionados para música, tornando-se a maior vendedora do mundo de câmeras digitais e MP3 players. De olho no mercado, já em 2009, a empresa prevê a venda de 35 milhões de celulares com GPS, levando a novidade da navegação pessoal ao celular.

    A tecnologia está muito avançada nos smartphones, já há previsão de em breve o lançamento de um aparelho com 1 Ghz!! Isso mesmo, o aparelho terá um processador de 1Ghz!! Um aparelho com tal capacidade de processamento poderá facilmente tirar fotos com resolução de 12MP e gravar vídeos em alta qualidade.

    Sem dúvidas, os celulares estão tornando-se cada vez mais "pequenos" computadores, digo pequenos apenas no tamanho, mas gigantes na capacidade, porque já existem celulares com capacidade de executar jogos 3D equivalentes aos de computadores.

    Traduzido e adaptado de: BBC-Tecnologia

     



    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 16h01
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    QUE CÉREBRO ESTÁ TE COMANDANDO AGORA?

    Você sabe que cérebro está comandando sua vida agora? Você acha que apenas uma única estrutura do sistema nervoso central está controlando sua vida?

    Pois você está totalmente enganado. Cada vez que você se depara com uma situação nova e precisa decidir o que fazer, um sistema cerebral complexo começa a decidir por você.

    Para começar a entender como isto funciona, vou lhe contar um casinho simples.

    A campahinha de sua casa toca e ao atender você vê um morador de rua chamando você insistentemente.

    Neste momento dentro de sua cabeça quem começa a decidir o que fazer é uma extrutura cerebral muito primitiva. Este cérebro chamado Riptiliano faz ao seu conciênte as seguintes perguntas: Confio ou não confio?

    Se a resposta for sim eu confio, você sai para atender o homem e saber o que ele quer.

    Neste momento foi dado pelo seu cérebro Riptiliano uma permissão para você utilizar uma outra estrutura cerebral chamada Cérebro Límbico ou Emocional.

    Ao começar a atender o homem, o Cérebro Límbico vai perguntar a você: Gosto ou não gosto?

    Se a resposta for sim; o Cérebro Límbico passa o comando para o Cérebro Novo  ou Neocortex. É esse nosso cérebro racional que nos dará consciência do que o homem quer e do que realmente está acontecendo.

    Se a resposta for não, tudo volta para o primitivo cérebro Riptiliano e você não houvirá o homem que apenas queria lhe avisar que uma fumaça está saindo lá do fundo do seu quintal. Provavelmente um incêndio está em andamento.

    Portanto saiba que, antes de chegar ao seu cérebro racional a informação é filtrada por estruturas muito primitivas que podem bloquear esta informação.

    Se quiser que uma informação flua na sua cabeça não faça juizo de valor. Não julgue.

    Toda vez que você faz um julgamento de algo que está percebendo, você impede que as informações e conhecimentos ligados a este algo sejam entendidos e apreendidos pelo seu sistema nervoso.

    Não faça juizo de valor mas deixe a infomação fluir livre em sua cabeça, e só assim poderá decidir claramente.

    Julgamento bloqueia o apendizado.

    Mêdo bloqueia o aprendizado.

    Falta de amor bloqueia o aprendizado.

    Não julgue, não tenha mêdo, não odeie nada. Apenas pense.

    Até nosso próximo encontro.

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    Escrito por PROFESSOR SAMPAIO às 05h17
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